Pergunta: "É errado ter raiva de Deus?"
Resposta:
Ter raiva de Deus é algo com o qual muitas pessoas, crentes e
descrentes, têm lutado por muito tempo. Quando algo trágico acontece em
nossas vidas, fazemos a pergunta "Por quê?" a Deus por ser essa a nossa
resposta natural. O que realmente estamos perguntando, porém, não é
necessariamente "Por quê, Deus?", mas "Por que eu, Deus?" Essa resposta
indica duas falhas no nosso pensamento. Em primeiro lugar, como crentes,
muitas vezes operamos sob a impressão de que a vida deva ser fácil e
que Deus deva impedir que tragédias aconteçam a nós. Quando Ele permite,
ficamos com raiva dEle. Segundo, quando não compreendemos a extensão da
soberania de Deus, perdemos a confiança na Sua capacidade de controlar
as circunstâncias, outras pessoas e a forma em que nos afetam. Então
ficamos com raiva de Deus porque parece que Ele perdeu o controle do
universo e especialmente das nossas vidas. Quando perdemos a fé na
soberania de Deus, isso indica que a nossa frágil natureza humana está
lutando com a nossa própria frustração e falta de controle sobre os
eventos. Quando coisas boas acontecem, muitas vezes atribuímo-las às
nossas próprias realizações e sucesso. Quando coisas ruins acontecem,
porém, rapidamente culpamos a Deus, e ficamos com raiva dEle por não
preveni-las, o que indica a primeira falha no nosso pensamento -- que
merecemos ser imunes de situações desagradáveis.
Tragédias trazem à tona a terrível verdade de que não estamos no
comando. Todos pensamos em um momento ou outro quando podemos controlar
os resultados de situações, mas na realidade é Deus quem se encarrega de
toda a Sua criação. Tudo o que acontece ou é causado ou permitido por
Deus. Nem um pardal cai no chão nem um cabelo cai de nossa cabeça sem
que Deus o saiba (Mateus 10:29-31). Podemos reclamar, ficar com raiva e
culpar a Deus pelo que está acontecendo. No entanto, se confiarmos Nele e
submetermos a nossa amargura e dor a Ele, reconhecendo o pecado
orgulhoso de tentar forçar a nossa vontade à dEle, Ele pode e vai nos
conceder a Sua paz e força para passarmos por qualquer situação difícil
(1 Coríntios 10:13). Muitos crentes em Jesus Cristo podem atestar esse
fato. Podemos ficar com raiva de Deus por muitas razões, por isso todos
temos que aceitar em algum ponto que certas coisas não podemos controlar
nem compreender com nossa mente finita.
Nosso entendimento da soberania de Deus em todas as circunstâncias deve
ser acompanhado de nossa compreensão dos seus outros atributos: Seu
amor, misericórdia, benignidade, bondade, justiça, retidão e santidade.
Quando vemos nossas dificuldades através da verdade da Palavra de Deus –
a qual nos diz que o nosso Deus amoroso e santo faz todas as coisas
para o nosso bem (Romanos 8:28), e que Ele tem um plano e propósito
perfeito que não pode ser contrariado (Isaías 14:24, 46:9-10) –
começamos a enxergar nossos problemas em uma luz diferente. Sabemos
também pelas Escrituras que esta vida nunca será uma de alegria e
felicidade contínuas. Em vez disso, Jó nos lembra: "No entanto o homem
nasce para as dificuldades tão certamente como as fagulhas voam para
cima" (Jó 5:7), e que a vida é curta e "passa por muitas dificuldades"
(Jó 14:1). Só porque nos aproximamos de Cristo para a salvação do pecado
não significa que temos a garantia de uma vida livre de problemas. De
fato, Jesus disse: "Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês
tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu
venci o mundo" (João 16:33), permitindo-nos ter a paz interior,
independente das tempestades ao nosso redor (João 14:27).
Uma coisa é certa: raiva inadequada é pecado (Gálatas 5:20, Efésios
4:26-27, 31; Colossenses 3:8). A ira ímpia é auto-destrutiva, dá ao
diabo um lugar em nossas vidas e pode destruir a nossa paz e alegria se
nos prendermos a ela. Agarrar-se à ira permitirá que a amargura e
ressentimento brotem em nossos corações. Devemos confessá-la ao Senhor e
então, em Seu perdão, podemos liberar esses sentimentos a Ele. Devemos
sempre ir diante do Senhor em oração com a nossa dor, raiva e
sofrimento. A Bíblia nos diz em 2 Samuel 12:15-23 que Davi aproximou-se
do trono da graça a favor do seu bebê doente, jejuando, chorando e
orando para que ele sobrevivesse. Quando o bebê morreu, Davi
levantou-se, adorou ao Senhor e disse aos seus servos que sabia onde seu
bebê estava e que um dia estaria com ele na presença de Deus. Davi
clamou a Deus durante a doença do bebê, e depois inclinou-se diante dEle
em adoração. Isso é um testemunho maravilhoso. Deus conhece nossos
corações e é inútil tentar esconder como nos sentimos, portanto, falar
com Ele é uma das melhores maneiras de lidar com a nossa dor. Se
fizermos isso humildemente, derramando-lhe nosso coração, Ele trabalhará
através de nós e, no processo, cresceremos em semelhança com o nosso
Criador.
A pergunta principal é esta: podemos confiar tudo a Deus, incluindo
nossas próprias vidas e as vidas dos nossos entes queridos? Claro que
podemos! O nosso Deus é compassivo, cheio de graça e amor e, como
discípulos de Cristo, podemos confiar nEle com todas as coisas. Quando
as tragédias acontecem em nossas vidas, sabemos que Deus pode usá-las
para nos aproximar Dele e fortalecer a nossa fé, trazendo-nos à
maturidade e integridade (Salmo 34:18; Tiago 1:2-4). Então poderemos ser
um testemunho reconfortante para os outros (2 Coríntios 1:3-5).
Entretanto, isso é mais fácil dizer do que fazer, pois exige uma entrega
diária da nossa vontade à dEle, um estudo fiel de seus atributos como
vistos na Palavra de Deus, muita oração e a aplicação do que aprendemos a
nossa própria situação. Ao fazermos isso, nossa fé vai progressivamente
crescer e amadurecer, facilitando a nossa confiança nEle quando
tivermos que enfrentar a próxima tragédia que certamente ocorrerá.
Assim, para responder à pergunta diretamente, sim, é errado ter raiva de
Deus. Essa raiva surge como resultado de uma incapacidade ou relutância
em confiar em Deus mesmo quando não entendemos o que Ele está fazendo.
Ter raiva de Deus é essencialmente o mesmo que dizer que Ele fez alguma
coisa errada, o que nunca é o caso. Será que Deus entende quando estamos
com raiva, frustrados ou decepcionados com Ele? Sim, Ele conhece nossos
corações e sabe quão difícil e dolorosa a vida neste mundo pode ser.
Será que isso faz com que seja certo ter raiva de Deus? Absolutamente
não. Em vez de estar zangado com Deus, devemos derramar nossos corações a
Ele em oração e então confiar que o Senhor está no controle e que Seu
plano é perfeito.
Esse blog centraliza em publicar mensagens que edificam, é muito importante reconhecer sua necessidade pessoal de crescer diariamente na vida espiritual, somos projeto e criação de Deus; portanto, Ele nos compreende perfeitamente. Conhece todas nossas necessidades. Sabe das nossas dúvidas, temores e fraquezas. É por este motivo que nos deu sua Santa Palavra. Estudando a Palavra de Deus, aprendemos a compreender a nós mesmos. Que Deus o abençoe na sua caminhada.
sábado, 13 de agosto de 2016
"Isto, portanto, digo e no
Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na
vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento,
alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza
do seu coração." Efésios 4:17-18
Pensamento: As pessoas vivem uma
cegueira espiritual, obscurecidas de entendimento, em ignorância,
alheios à vida de Deus. Esta cegueira causada pela dureza do coração e
pela vaidade, impede que as pessoas vejam a necessidade de se aproximar
de Deus. Mas a graça do Pai, e a Sua palavra são como colírios para
nossos olhos. Aleluia !!! E nos fazem entender as coisas do Reino de
Deus, e viver segundo o propósito do Senhor.
Oração: Obrigado pai, porque o
Senhor abriu meus olhos e me mostrou a salvação através do Seu filho
Cristo Jesus. Coloca mais deste colírio nos meus olhos, quero enxegar
cada vez mais com os olhos da fé, e estar cada vez mais no centro da Sua
vontade. Abre minha visão espiritual para que eu possa ver o caminho do
Senhor, e me afastar das obras do inimigo. Eu oro em nome de Jesus.
Amém.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Questões Bíblicas Respondidas - "Por que Deus permite o mal?"
Pergunta: "Por que Deus permite o mal?"
Resposta: A Bíblia descreve Deus como sendo santo (Isaías 6:3), justo (Salmo 7:11), reto (Deuteronômio 32:4) e soberano (Daniel 4:17-25). Esses atributos nos dizem o seguinte sobre Deus: (1) Deus é capaz de prevenir o mal, e (2) Deus deseja eliminar o mal do universo. Assim, se ambos são verdadeiros, por que Deus permite o mal? Se Deus tem o poder de prevenir o mal, e deseja fazê-lo, por que não o faz? Talvez uma boa maneira de encarar esse dilema seria considerar algumas situações alternativas de como as pessoas gostariam que Deus dirigisse o mundo:
1) Deus poderia mudar a personalidade de todas as pessoas para que não pudessem pecar. Isto também significaria que não teríamos o livre arbítrio. Não seríamos capazes de escolher entre o certo e o errado porque seríamos "programados" para apenas agir corretamente. Se Deus tivesse escolhido fazer isso, não haveria relações significativas entre Ele e a Sua criação.
Em vez disso, Deus fez Adão e Eva inocentes mas com a capacidade de escolher o bem ou o mal. Sendo assim, eles poderiam responder ao Seu amor e confiar nEle ou escolher a sua própria vontade. De fato, escolheram satisfazer a sua própria vontade. Porque vivemos em um mundo real onde podemos escolher as nossas ações mas não as suas consequências, o seu pecado afetou aqueles que vieram depois deles (nós). Da mesma forma, as nossas escolhas de pecar têm um impacto sobre nós e sobre aqueles que nos rodeiam.
2) Como uma outra opção, Deus compensaria pelas ações perversas através de uma intervenção sobrenatural 100% do tempo. Por exemplo, se um motorista embriagado provocasse um acidente automobilístico, Deus teria que proteger o motorista e as pessoas no outro carro de qualquer dano, pois haveria muitas pessoas que possivelmente sofreriam pelo acidente ou pela morte/ ferimentos dos envolvidos no acidente. Deus teria que proteger o motorista bêbado de bater nos postes de alta tensão, prédios, etc., porque essas coisas fariam com que pessoas inocentes sofressem.
Um outro exemplo pode envolver uma pessoa preguiçosa fazendo o encanamento de uma casa, e ele não se preocupa em verificar se há vazamentos antes da casa ser terminada. Deus teria que fazer que o encanamento não vazasse porque senão os compradores da casa teriam que sofrer por causa do pecado da pessoa preguiçosa.
Se um pai se viciasse em drogas e gastasse todo o seu dinheiro nesse vício, Deus de alguma forma teria tanto que milagrosamente proporcionar a comida quanto cuidar das necessidades sociais das crianças para que não tivessem que ser adversamente afetadas pelo mal do pai.
Em um mundo assim, Deus seria como um mau pai que permite um comportamento destrutivo de um filho desobediente. Não haveria consequências por suas ações e, como resultado, ninguém aprenderia integridade, pureza, honra, responsabilidade ou auto-controle. Não haveria "consequências boas" pelo comportamento correto, nem "consequências más" pelo comportamento errado. O que as pessoas se tornariam além de mais rebeldes e pecadoras?
3) Uma outra opção seria que Deus julgasse e removesse aqueles que escolhem cometer atos maus. O problema com esta possibilidade é que não sobraria mais ninguém, pois Deus teria que remover todos nós. Todos pecamos e cometemos atos maus (Romanos 3:23; Eclesiastes 7:20, 1 João 1:8). Embora algumas pessoas sejam mais perversas do que outras, onde Deus traçaria a linha? Em última análise, todas as perversidades causam danos a outras pessoas.
Em vez dessas ou outras opções, Deus escolheu criar um mundo "real" no qual as escolhas reais têm consequências reais. Neste nosso mundo real, as nossas ações afetam outras pessoas. Porque Adão escolheu pecar, o mundo hoje vive sob uma maldição e todos nascemos com uma natureza pecaminosa (Romanos 5:12). Haverá um dia quando Deus julgará o pecado no mundo e renovará todas as coisas, mas Ele está propositalmente "atrasando" a fim de permitir mais tempo para que as pessoas se arrependam e não precisem mais ser julgadas por Ele (2 Pedro 3:9). Até então, Ele SE PREOCUPA com o mal. Ao criar as leis do Antigo Testamento, Ele estabeleceu leis que desencorajassem e punissem o mal. Ele julgou as nações e os reis que desprezavam a justiça e buscavam o mal. Da mesma forma no Novo Testamento, Deus afirma que o governo tem a responsabilidade de prover a justiça a fim de proteger os inocentes do mal (Romanos 13). Ele promete também graves consequências aos que cometem atos malignos, especialmente contra os "inocentes" (Marcos 9:36-42).
Em resumo, vivemos em um mundo real onde as nossas boas e más ações têm consequências diretas e indiretas sobre nós e sobre os que nos rodeiam. Deus deseja a nossa obediência para o nosso bem, para que “bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempre” (Deuteronômio 5:29). Em vez disso, o que acontece é que escolhemos o nosso próprio caminho e então culpamos a Deus por não fazer nada sobre isso. Tal é o coração do homem pecador. Entretanto, Jesus veio para mudar os corações dos homens através do poder do Espírito Santo. Assim Jesus é capaz de agir a favor dos que se voltam contra o pecado e clamam a Ele para que os salve do pecado e das suas consequências (2 Coríntios 5:17). Deus previne e restringe alguns atos de maldade. Este mundo seria MUITO PIOR se o Senhor não estivesse restringindo o mal. Ao mesmo tempo, Deus nos deu a capacidade de escolher entre o bem e o mal, e quando escolhemos o mal, Ele permite que nós e os que nos rodeiam soframos as suas consequências. Ao invés de culpar e questionar a Deus sobre os Seus motivos para não impedir todo o mal, deveríamos nos ocupar com a proclamação da cura ao mal e suas consequências - Jesus Cristo!
Resposta: A Bíblia descreve Deus como sendo santo (Isaías 6:3), justo (Salmo 7:11), reto (Deuteronômio 32:4) e soberano (Daniel 4:17-25). Esses atributos nos dizem o seguinte sobre Deus: (1) Deus é capaz de prevenir o mal, e (2) Deus deseja eliminar o mal do universo. Assim, se ambos são verdadeiros, por que Deus permite o mal? Se Deus tem o poder de prevenir o mal, e deseja fazê-lo, por que não o faz? Talvez uma boa maneira de encarar esse dilema seria considerar algumas situações alternativas de como as pessoas gostariam que Deus dirigisse o mundo:
1) Deus poderia mudar a personalidade de todas as pessoas para que não pudessem pecar. Isto também significaria que não teríamos o livre arbítrio. Não seríamos capazes de escolher entre o certo e o errado porque seríamos "programados" para apenas agir corretamente. Se Deus tivesse escolhido fazer isso, não haveria relações significativas entre Ele e a Sua criação.
Em vez disso, Deus fez Adão e Eva inocentes mas com a capacidade de escolher o bem ou o mal. Sendo assim, eles poderiam responder ao Seu amor e confiar nEle ou escolher a sua própria vontade. De fato, escolheram satisfazer a sua própria vontade. Porque vivemos em um mundo real onde podemos escolher as nossas ações mas não as suas consequências, o seu pecado afetou aqueles que vieram depois deles (nós). Da mesma forma, as nossas escolhas de pecar têm um impacto sobre nós e sobre aqueles que nos rodeiam.
2) Como uma outra opção, Deus compensaria pelas ações perversas através de uma intervenção sobrenatural 100% do tempo. Por exemplo, se um motorista embriagado provocasse um acidente automobilístico, Deus teria que proteger o motorista e as pessoas no outro carro de qualquer dano, pois haveria muitas pessoas que possivelmente sofreriam pelo acidente ou pela morte/ ferimentos dos envolvidos no acidente. Deus teria que proteger o motorista bêbado de bater nos postes de alta tensão, prédios, etc., porque essas coisas fariam com que pessoas inocentes sofressem.
Um outro exemplo pode envolver uma pessoa preguiçosa fazendo o encanamento de uma casa, e ele não se preocupa em verificar se há vazamentos antes da casa ser terminada. Deus teria que fazer que o encanamento não vazasse porque senão os compradores da casa teriam que sofrer por causa do pecado da pessoa preguiçosa.
Se um pai se viciasse em drogas e gastasse todo o seu dinheiro nesse vício, Deus de alguma forma teria tanto que milagrosamente proporcionar a comida quanto cuidar das necessidades sociais das crianças para que não tivessem que ser adversamente afetadas pelo mal do pai.
Em um mundo assim, Deus seria como um mau pai que permite um comportamento destrutivo de um filho desobediente. Não haveria consequências por suas ações e, como resultado, ninguém aprenderia integridade, pureza, honra, responsabilidade ou auto-controle. Não haveria "consequências boas" pelo comportamento correto, nem "consequências más" pelo comportamento errado. O que as pessoas se tornariam além de mais rebeldes e pecadoras?
3) Uma outra opção seria que Deus julgasse e removesse aqueles que escolhem cometer atos maus. O problema com esta possibilidade é que não sobraria mais ninguém, pois Deus teria que remover todos nós. Todos pecamos e cometemos atos maus (Romanos 3:23; Eclesiastes 7:20, 1 João 1:8). Embora algumas pessoas sejam mais perversas do que outras, onde Deus traçaria a linha? Em última análise, todas as perversidades causam danos a outras pessoas.
Em vez dessas ou outras opções, Deus escolheu criar um mundo "real" no qual as escolhas reais têm consequências reais. Neste nosso mundo real, as nossas ações afetam outras pessoas. Porque Adão escolheu pecar, o mundo hoje vive sob uma maldição e todos nascemos com uma natureza pecaminosa (Romanos 5:12). Haverá um dia quando Deus julgará o pecado no mundo e renovará todas as coisas, mas Ele está propositalmente "atrasando" a fim de permitir mais tempo para que as pessoas se arrependam e não precisem mais ser julgadas por Ele (2 Pedro 3:9). Até então, Ele SE PREOCUPA com o mal. Ao criar as leis do Antigo Testamento, Ele estabeleceu leis que desencorajassem e punissem o mal. Ele julgou as nações e os reis que desprezavam a justiça e buscavam o mal. Da mesma forma no Novo Testamento, Deus afirma que o governo tem a responsabilidade de prover a justiça a fim de proteger os inocentes do mal (Romanos 13). Ele promete também graves consequências aos que cometem atos malignos, especialmente contra os "inocentes" (Marcos 9:36-42).
Em resumo, vivemos em um mundo real onde as nossas boas e más ações têm consequências diretas e indiretas sobre nós e sobre os que nos rodeiam. Deus deseja a nossa obediência para o nosso bem, para que “bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempre” (Deuteronômio 5:29). Em vez disso, o que acontece é que escolhemos o nosso próprio caminho e então culpamos a Deus por não fazer nada sobre isso. Tal é o coração do homem pecador. Entretanto, Jesus veio para mudar os corações dos homens através do poder do Espírito Santo. Assim Jesus é capaz de agir a favor dos que se voltam contra o pecado e clamam a Ele para que os salve do pecado e das suas consequências (2 Coríntios 5:17). Deus previne e restringe alguns atos de maldade. Este mundo seria MUITO PIOR se o Senhor não estivesse restringindo o mal. Ao mesmo tempo, Deus nos deu a capacidade de escolher entre o bem e o mal, e quando escolhemos o mal, Ele permite que nós e os que nos rodeiam soframos as suas consequências. Ao invés de culpar e questionar a Deus sobre os Seus motivos para não impedir todo o mal, deveríamos nos ocupar com a proclamação da cura ao mal e suas consequências - Jesus Cristo!
"Porque pela graça sois
salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de
obras, para que ninguém se glorie." Efésios 2:8-9
Pensamento: Há um grande engano
no mundo hoje, muitas pessoas crêem que a salvação está ligada a boas
obras e caridade, acreditando que, para entrar no Reino de Deus basta
ajudar os necessitados. A biblia recomenda sim amar ao próximo, é dever
ajudá-los, mas no entanto, não podemos considerar isso como critério de
salvação, pois a graça de Deus é que nos salvou, um favor não merecido,
foi Cristo crucificado em nosso lugar, que nos trouxe a salvação. Por
isso toda honra e toda glória a Ele.
Oração: Deus obrigado pois o
Senhor nos trouxe a salvação por meio da graça, e hoje posso ter meu
nome escrito no livro da vida graças ao sacrificio de Jesus na cruz. Sei
que não há nada que eu possa fazer para retribuir ao Senhor por tão
grande coisa. Mas o mínimo que eu devo fazer é obecer ao Senhor, seguir
suas recomendações e permanecer fiel à Sua vontade. Obrigado Senhor. Em
nome de Jesus. Amém.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Questões Bíblicas Respondidas - "Alguém já viu a Deus?"
Pergunta: "Alguém já viu a Deus?"
Resposta: A Bíblia nos diz que ninguém jamais viu a Deus (João 1:18), exceto o Senhor Jesus Cristo. Em Êxodo 33:20, Deus declara: "Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá." Essas passagens aparentam contradizer outras passagens que descrevem várias pessoas "vendo" a Deus. Por exemplo, Êxodo 33:19-23 descreve Moisés falando com Deus "face a face". Como Moisés pôde falar com Deus "face a face" se ninguém pode ver a face de Deus e viver? Nesse exemplo, a frase "face a face" é uma figura de linguagem que indica que eles tiveram comunhão bem próxima. Deus e Moisés estavam falando um com o outro como se fossem dois seres humanos tendo uma conversa íntima.
Em Gênesis 32:30, Jacó viu a Deus aparecendo como um anjo – Ele não viu a Deus realmente. Os pais de Sansão ficaram atemorizados quando perceberam que tinham visto a Deus (Juízes 13:22), mas na verdade O tinham visto apenas como um anjo. Jesus era Deus em carne (João 1:1,14); quando as pessoas O viram, estavam vendo a Deus. Então, sim, Deus pode ser "visto" e muitas pessoas têm "visto" a Deus. Ao mesmo tempo, ninguém tem visto a Deus revelado em toda a Sua glória. Na nossa condição humana de pecado, se Deus fosse totalmente se revelar para nós, seríamos consumidos. Portanto, Deus se transforma e aparece em formas nas quais possamos "vê-lo". No entanto, isso é diferente de ver a Deus com toda a Sua glória e santidade exibidas. Pessoas têm visto visões de Deus, imagens de Deus e aparecimentos de Deus – mas ninguém tem visto a Deus em toda a sua plenitude (Êxodo 33:20).
Resposta: A Bíblia nos diz que ninguém jamais viu a Deus (João 1:18), exceto o Senhor Jesus Cristo. Em Êxodo 33:20, Deus declara: "Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá." Essas passagens aparentam contradizer outras passagens que descrevem várias pessoas "vendo" a Deus. Por exemplo, Êxodo 33:19-23 descreve Moisés falando com Deus "face a face". Como Moisés pôde falar com Deus "face a face" se ninguém pode ver a face de Deus e viver? Nesse exemplo, a frase "face a face" é uma figura de linguagem que indica que eles tiveram comunhão bem próxima. Deus e Moisés estavam falando um com o outro como se fossem dois seres humanos tendo uma conversa íntima.
Em Gênesis 32:30, Jacó viu a Deus aparecendo como um anjo – Ele não viu a Deus realmente. Os pais de Sansão ficaram atemorizados quando perceberam que tinham visto a Deus (Juízes 13:22), mas na verdade O tinham visto apenas como um anjo. Jesus era Deus em carne (João 1:1,14); quando as pessoas O viram, estavam vendo a Deus. Então, sim, Deus pode ser "visto" e muitas pessoas têm "visto" a Deus. Ao mesmo tempo, ninguém tem visto a Deus revelado em toda a Sua glória. Na nossa condição humana de pecado, se Deus fosse totalmente se revelar para nós, seríamos consumidos. Portanto, Deus se transforma e aparece em formas nas quais possamos "vê-lo". No entanto, isso é diferente de ver a Deus com toda a Sua glória e santidade exibidas. Pessoas têm visto visões de Deus, imagens de Deus e aparecimentos de Deus – mas ninguém tem visto a Deus em toda a sua plenitude (Êxodo 33:20).
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